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Edição 194 | Ano 16 | Outubro 2026

Montagem reúne cinco fotografias de encontros e atividades de comunicação, distribuídas sobre fundo branco com detalhes gráficos em azul e amarelo e bordas que lembram papel rasgado. À esquerda e na parte inferior central, grupos numerosos posam para fotos. No centro, uma mulher está diante de uma tela de projeção com a frase “Entre canais, pautas e públicos.” Em outra imagem, uma profissional com camiseta verde, com a palavra “COMUNICAÇÃO” nas costas, conversa com participantes. À direita, pessoas aparecem reunidas ao redor de uma mesa e, abaixo, um grupo posa diante de uma construção amarela com portas e janelas azuis.

Comunicação em pauta na ACAM Portinari

Compartilhar conhecimentos, trocar experiências e construir caminhos para uma comunicação cada vez mais integrada. Com esse propósito, o setor de Comunicação da ACAM Portinari promoveu o Seminário de Comunicação 2026, com encontros de dois dias em cada um dos quatro museus administrados pela Organização, nas cidades de Brodowski, Campos do Jordão, Tupã e São Paulo. A iniciativa reuniu profissionais de comunicação da sede e dos museus, além de integrantes de outros setores das instituições.

As conversas sobre redes sociais, imprensa, fotografia e planejamento abriram espaço para refletir sobre o papel da comunicação no cotidiano dos museus. A troca de experiências entre profissionais de diferentes áreas ajudou a reconhecer avanços, identificar oportunidades de melhoria e pensar coletivamente as estratégias para 2027, valorizando o conhecimento e a contribuição de cada equipe.

Duas mãos com luvas brancas manipulam uma peça de cerâmica redonda, apoiada sobre uma superfície coberta por tecido branco. A peça tem fundo claro e desenhos detalhados em azul, com cenas e ornamentos distribuídos pelo centro e pelas bordas. Sobre ela, há um pincel largo, de cabo de madeira e cerdas escuras, utilizado durante o procedimento. A imagem mostra de perto o manuseio cuidadoso da peça, com as mãos posicionadas em suas laterais.

Primavera exige novos cuidados com o acervo

A chegada da primavera traz novos desafios para a conservação do acervo do Museu Casa de Portinari. As oscilações de temperatura, o aumento da umidade e a presença de insetos exigem atenção redobrada, especialmente com os desenhos originais do artista, produzidos em papel, material bastante sensível às condições ambientais. Para prevenir danos, a equipe intensifica as inspeções e utiliza dados da estação meteorológica da instituição para acompanhar as mudanças do clima.

Esse trabalho envolve profissionais de acervo, do educativo, segurança, zeladoria e limpeza, além de consultores especializados em conservação. A atenção compartilhada no cotidiano do Museu é fundamental para identificar riscos, proteger a coleção e preservar esse patrimônio para as próximas gerações.

Em primeiro plano, sobre uma mesa azul, uma pessoa segura um pequeno frasco transparente com líquido rosa e vermelho, enquanto coloca uma tampa preta em sua abertura. A pessoa veste um moletom cinza e aparece da altura dos ombros para baixo. Sobre a mesa estão uma tesoura, pequenas fitas adesivas nas cores rosa, branca e preta, uma tampa vermelha e um grande funil lilás. À direita, um recipiente revestido com tecido estampado em várias cores guarda tesouras e outros materiais.

Mais Sentidos: o direito de viver a cultura

Cada pessoa tem sua própria maneira de perceber, sentir e se relacionar com o mundo. É a partir desse olhar que o Museu Felícia Leirner e Auditório Claudio Santoro desenvolvem o Programa Mais Sentidos, uma iniciativa que reconhece a diversidade humana e valoriza o direito das pessoas com deficiência de participar plenamente da vida cultural.

Por meio de oficinas e experiências multissensoriais, o Núcleo Educativo convida os participantes a explorarem sons, texturas e diferentes formas de expressão. As atividades estimulam a autonomia, a criatividade e o protagonismo, com respeito às particularidades de cada pessoa. Para saber mais sobre o programa, basta entrar em contato pelo telefone (16) 98186-0365.

Em uma sala, um grande grupo de pessoas participa de um encontro, distribuído em cadeiras organizadas em círculo. Ao centro, um homem em pé fala ao microfone. Algumas pessoas usam colares, pinturas e outros adornos que remetem a culturas indígenas. Em primeiro plano, participantes aparecem de costas, sentados diante de mesas com copos, garrafas e materiais. As paredes escuras são cobertas por palavras coloridas de línguas indígenas brasileiras. Ao fundo, três grandes janelas com persianas permitem a entrada de luz.

Inscrições abertas para o 12º EPQIM

Os 60 anos do Museu Índia Vanuíre são o ponto de partida para uma reflexão sobre memória, patrimônio e o futuro dos museus. No dia 31 de outubro, das 8h às 18h, a instituição promove o 12º Encontro Paulista Questões Indígenas e Museus (EPQIM), que reúne representantes dos povos indígenas, profissionais da cultura, pesquisadores e gestores públicos para compartilhar experiências e conhecimentos.

Nesta edição, o encontro destaca a trajetória do Museu e suas relações com as comunidades das Terras Indígenas Vanuíre, Icatu e Araribá, que participam das discussões sobre ancestralidade, território, identidade e representação. Os debates também abrem espaço para pensar os caminhos de uma atuação museológica mais participativa, comprometida com o diálogo e os direitos dessas populações.

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Em um espaço interno com grandes janelas de madeira, três painéis verticais estão dispostos lado a lado. À esquerda, um painel vermelho apresenta o título “Exposições Virtuais” e textos acompanhados por pequenas imagens. Ao centro, um painel exibe a ilustração de uma onça em tons de amarelo, preto e azul, parcialmente coberta por uma placa alaranjada com informações sobre uma exposição. À direita, outro painel vermelho traz, na parte superior, a identificação “Museu das Culturas Indígenas” e, em destaque, a palavra “TAVA”, seguida de “Casa de Transformação”. Pelas janelas, aparecem árvores e vegetação.

MCI leva ativação ao Parque da Água Branca

O Museu das Culturas Indígenas apresenta uma ativação artística no Parque da Água Branca, na zona oeste de São Paulo, que aproxima o público das exposições e das perspectivas dos povos indígenas que orientam a programação da instituição.

A ação, realizada até 30 de novembro, convida os visitantes a conhecerem mostras que abordam ancestralidade, território, língua, espiritualidade e a relação com a Mata Atlântica, como Hendu Porã’rã, Ayvu Porã, Mymba’i, Nhe’ẽ ry e Decolonize Ocupação. O espaço pode ser visitado gratuitamente todos os dias, das 6h às 20h.