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ACAM Portinari celebra 10 anos na gestão da cultura paulista

A ACAM Portinari (Associação Cultural de Apoio ao Museu Casa de Portinari), com sede em Brodowski (SP), acaba de completar, em 2018, 10 anos de atuação na gestão de museus paulistas. E ao longo desta trajetória, a Organização Social de Cultura – sem fins lucrativos – comemora resultados de excelência alcançados por meio de contratos de gestão celebrados com a Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo.

Desde 2008, a ACAM Portinari trabalhou diretamente na gestão, readequação e capacitação de oito museus do interior de São Paulo. Cinco deles hoje estão em processo de municipalização ou já tiveram a gestão assumida pelas prefeituras, são eles: Museu Histórico e Pedagógico Bernardino de Campos (Amparo), Museu Histórico e Pedagógico Conselheiro Rodrigues Alves (Guaratinguetá), Museu Histórico, Folclórico e Pedagógico Monteiro Lobato (Taubaté), Museu Paulo Setúbal (Tatuí) e Museu Histórico e Pedagógico Prudente de Moraes (Piracicaba).

Atualmente, a ACAM Portinari administra o Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuíre (Tupã), Museu Casa de Portinari (Brodowski) e Museu Felícia Leirner/Auditório Claudio Santoro (Campos do Jordão), que permaneceram vinculados à Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, além de apoiar as ações técnicas do SISEM-SP (Sistema Estadual de Museus), que reúne e articula cerca de 415 instituições, públicas e privadas, de 190 municípios paulistas.

“A ACAM Portinari tem sua sede em Brodowski mas nossa equipe atua para um universo muito maior que alcança todo o setor de museus no Estado de São Paulo. É um trabalho muito amplo no sentido de ajudarmos a desenvolver nossos museus e os profissionais que neles estão, sempre visando a excelência no atendimento ao público e na implementação de políticas públicas voltadas ao setor”, explica a museóloga Angélica Fabbri, diretora-executiva da ACAM Portinari.

Os Contratos de Gestão com a Secretaria são celebrados a cada cinco anos e seguem criterioso planejamento de metas em alinhamento com as políticas públicas culturais instituídas pelo Governo do Estado de São Paulo.

Ao longo dos anos, a ACAM Portinari conquistou avaliações positivas em todos os indicadores de sua gestão tendo as suas prestações de contas aprovadas pelos órgãos de auditoria e controle, e pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo.

Para atender a demanda dos museus paulistas e do SISEM-SP, a ACAM Portinari mantém 55 colaboradores, registrados via CLT e com salários adequados aos praticados no setor, distribuídos nas quatro instituições que administra em Brodowski, Campos de Jordão e Tupã, e mantém uma equipe técnica de apoio ao SISEM-SP, em São Paulo. Além dos colaboradores diretos, a OS ainda mantém 38 profissionais terceirizados e uma equipe de 27 prestadores de serviços e consultores especializados com contratos firmados e quatro acordos/convênios. Para análise e validação de suas ações, a ACAM conta com um Conselho Administrativo e um Conselho Fiscal, formado pela sociedade civil.

A ACAM Portinari possui um Regimento Interno que normatiza e pauta suas ações e a atuação de seus colaboradores. As Compras e Contratações são estabelecidas, documentadas e divulgadas no site www.acamportinari.org, onde também estão disponíveis documentos como o Manual de Recursos Humanos e o Plano de Cargos, Salários e Benefícios. Para garantir que todas as atividades sejam feitas de forma assertiva, transparente e dentro da legalidade, há institucionalizado um Programa de Integridade e Compliance.

Ao longo dos anos, vários projetos foram implementados, sempre reforçando a missão de gerir as unidades museológicas por meio de pesquisas, conservação e difusão dos acervos, com responsabilidade socioambiental, desenvolvimento humano e compromisso com a justiça social, a democracia e a cidadania.

Podemos citar entre as conquistas estabelecidas pela gestão técnica, a administração do Projeto de Digitalização do PRONAC 06-4155, a Catalogação, Documentação e Informatização dos Acervos, a consolidação de Planos Museológicos para os museus do interior, dos Estatutos Sociais, dos Planos de Desenvolvimento Institucional, de Mobilização de Recursos, de Trabalho, de Comunicação, Educativo, de Segurança, de Sustentabilidade Ambiental, de Contingência e

Salvaguarda e de Conservação de Acervo, do Conjunto de Ações Associadas e Estratégias Preventivas, e o Manual de Normas e Procedimentos de Segurança.

Desenvolve ainda trabalhos contínuos dentro dos programas de manutenção e conservação preventiva da edificação, instalação e infraestrutura predial, com o controle de pragas, serviços especializados de segurança eletrônica e monitoramento, Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB), brigadas e simulados para o Museu Casa de Portinari, Museu Índia Vanuíre e Museu Felícia Leirner/Auditório Claudio Santoro.

A gestão da ACAM Portinari foi amplamente referenciada como modelo de segurança e prevenção quando da tragédia ocorrida recentemente com o Museu Nacional do Rio de Janeiro, sendo personagem de diversas reportagens na imprensa regional e nacional.

Buscando reconhecer e empoderar o visitante para ter um olhar critico sobre os conteúdos encontrados nas instituições, a ACAM Portinari faz estudos de perfil e satisfação do público nos museus. A pesquisa do clima organizacional também é uma de suas preocupações. Para valorizar a importante contribuição de profissionais e pesquisadores, criou em parceria com o SISEM-SP, em 2018, a Medalha do Mérito Museológico, entregue pela primeira vez durante o 10º Encontro Paulista de Museus (EPM).

Toda essa trajetória e trabalho junto aos museus estaduais do interior e ações de apoio ao SISEM resultaram para a ACAM Portinari no recebimento da “Medalha do Mérito Museológico”, outorgada pelo COFEM – Conselho Federal de Museologia, em reconhecimento aos relevantes serviços prestados em prol da valorização da área, profissionais e instituição museu.

Dentro das estratégias de comunicação, a ACAM Portinari acredita na interação direta com o público por meio das mídias sociais e mantém e alimenta constantemente perfis dos Museus nos principais canais, como o Facebook, Twitter, Instagram e YouTube. No TripAdvisor, referência em informações sobre roteiros turísticos na internet, os Museus da ACAM Portinari foram reconhecidos com o Certificado de Excelência. Outro foco do trabalho de comunicação é o relacionamento com a imprensa – peça fundamental para Museus no mundo inteiro – que, nos últimos dez anos, garantiu amplo espaço para a divulgação das ações dos Museus por meio de mídia jornalística e espontânea.

“Toda nossa comunicação tem como foco a prestação de serviços à comunidade. Quando divulgamos nossas ações, utilizamos estratégias de comunicação que nos permitam espaços de mídia espontânea. Os veículos recebem nossas pautas e aqueles que são compromissados com a informação de interesse público avaliam se divulgam ou não. A imprensa paulista, em especial nas regiões em que atuamos diretamente, sempre enxergou nosso propósito e nos deu muito apoio ao longo desses dez anos. Sinal de credibilidade”, esclarece Angelica.

Ainda no meio online, os sites das instituições oferecem uma série de recursos para os internautas. Há a Visita Virtual – uma exploração dos ambientes em 360º – as Exposições Virtuais e os resultados dos projetos de História Oral de cada unidade. Os altos números da visitação online refletem a qualidade e a relevância dos conteúdos lá apresentados: em 2017 foram 31.250 na página da ACAM Portinari, 304.557 no Casa de Portinari, 33.412 no Índia Vanuíre e  68.846 no Felícia Leirner.

No site ainda está disponível um intérprete virtual em Libras, o Hugo, tecnologia disponibilizada pelo aplicativo Hand Talk. A preocupação com a acessibilidade de conteúdo virtual também se estende para a Newsletter, E-mail Marketing e Facebook, com a descrição das imagens para os programas de acessibilidade para cegos. Entre outras ferramentas de comunicação, há o Mural para o público interno, os Boletins para Educadores e as Notícias de Acervo. Recentemente foram implantados os Programas de Parceiros nas instituições, que podem ter adesões de pessoas físicas e jurídicas. Em Tupã e Brodowski, há o modelo de ingresso voluntário conhecido no mundo todo como PWYW – do inglês “pay what you want” (pague o que quiser).

A responsabilidade ambiental também é uma das preocupações da ACAM Portinari, o Projeto Museu Verde prevê a conversão do impacto ambiental gerado pela produção de gases de efeito estufa nas funções diárias das unidades em plantio de mudas em pontos estratégicos das cidades em que atua.

Acessibilidade física e aos conteúdos são prioridades. Os três museus reúnem recursos para que todos os visitantes tenham acesso. Todos os Museus contam com projetos e adaptações estruturais para receber o público, além de uma comunicação promovida em parceria com a comunidade deficiente e especialistas, além de programações focadas para a inclusão desse grupo na sociedade.

Museu Casa de Portinari

Antiga residência de Candido Portinari, em Brodowski, o Museu Casa de Portinari, representa a forte ligação do artista com sua terra natal, origens e laços familiares. É o local onde ele realizou suas experiências com pinturas murais e se aprofundou na técnica ao passar dos anos.  O complexo é constituído de uma casa principal e anexos que foram construídos em sucessivas ampliações. A simplicidade típica do interior é a maior característica do Museu que foi inaugurado em 14 de março de 1970.

Em maio de 2014, o Museu foi reaberto ao público depois de um completo e minucioso restauro que durou cerca de dois anos. A obra contemplou o reforço estrutural, as pinturas murais foram totalmente restauradas e estabilizadas às paredes da casa e foi implantado um projeto expositivo inteiramente novo, que ressalta a relação de Portinari com sua terra natal. A ação revelou um afresco inédito próximo à porta de entrada da casa: uma mulher de cabelos escuros, segurando no colo um bebê de olhos azuis. Em dezembro de 2014, foi atestada – por uma comissão de pesquisadores – a autoria da obra por Candido Portinari, com a ajuda de um assistente desconhecido.

Em 2017 o Museu registrou a marca de  94.695 visitantes. Entre os programas estabelecidos na instituição, os principais destaques estão os projetos “Caminhos de Portinari”, para fomentar o turismo regional; “Viagem pelos Caminhos de Portinari”, atendendo por semana mais de 2.300 alunos das escolas da cidade; estudo da fauna e flora dos jardins disponibilizada por QRCode para os visitantes, prospecções para estudos e elaboração de restauro para a Estação Ferroviária de Brodowski, além da produção de uma exposição temporária no local; estudo das pinturas murais de Portinari pelo Instituto de Física  da Universidade de São Paulo (USP/SP); termo de cooperação com a Arquidiocese para cuidado das obras Santa Cecília e Santo Antônio.

No Museu Casa de Portinari, uma loja permite que o público leve um pouquinho da instituição para casa, após a visita. Se a opção for que a recordação seja ainda mais especial e afetiva, uma muda de rosa da Campanha “Cultive Portinari” pode ser adquirida por meio de uma doação. O exemplar vem de um viveiro instalado no local com o objetivo de manter o jardim e reproduzir as flores preferidas da mãe do artista.

Durante todo o ano há uma programação intensa e permanente, além de outras ações pontuais temáticas. O Domingo com Arte, a Família no Museu, as Oficinas Andantes, o Curso Infantil de Pintura estão entre as agendas fixas. O Museu participa ainda da Semana de Museus, Primavera dos Museus, Semana da Consciência Negra, Virada Inclusiva e Sonhar o Mundo. Em janeiro e julho a garotada aguarda ansiosa as Férias no Museu, já em outubro é a vez do É Gostoso ser Criança no Museu Casa de Portinari e o aniversário do artista em dezembro oferece o Sarau Cantigas da Minha Terra.

Agosto é marcado pela Semana de Portinari, que reúne toda a região em programações culturais e artísticas, como a Exposição Coletiva de Artes Plásticas, e transforma a cidade em uma galeria a céu aberto com as Pinturas Murais. Promover a união entre os moradores e celebrar a cultura italiana, que representa os imigrantes que ajudaram a construir o município, é vocação da Piazza Della Nonna. Toda a renda arrecadada é em prol dos clubes de serviço e instituições filantrópicas locais. O equipamento também atende e disponibiliza ações em parceria com Apae, Cras, Crea e Projeto Amanhecer.

Museu Felícia Leirner/Auditório Claudio Santoro

O Museu Felícia Leirner e o Auditório Claudio Santoro estão localizados em um espaço de aproximadamente 35 mil metros quadrados, em Campos do Jordão (SP). A área onde estão sediados os equipamentos é um importante remanescente de Mata Atlântica e, a partir de estudo realizado em 2011 pela ACAM Portinari, concluiu-se que o local apresenta uma rica diversidade biológica, que inclui espécies de animais ameaçados de extinção. Com base nesse material, as instituições direcionam suas ações ambientais, fortalecendo-se como parceiras de unidades de conservação e como referências em comunicação ambiental sobre a região, se integrando ao mosaico de florestas protegidas, manejo, proteção da biodiversidade e recuperação de áreas degradadas.

O Museu, inaugurado em 1978 e oficializado em 2001, em meio a uma paisagem exuberante, de clima ameno e ar puro, reúne 85 esculturas em bronze, cimento branco e granito. A conservação desse acervo, por estar a céu aberto, é feita de forma minuciosa, com o acompanhamento permanente da equipe técnica da instituição e do escritório de restauro especializado contratado.

Já o Auditório, inaugurado em 1979, tem capacidade para receber até 814 espectadores, em 4.577,81m², e conta com equipamentos de acessibilidade, como rampas, elevador para cadeirantes e banheiros adaptados. O palco possui um fosso para orquestra e, nos bastidores, amplos camarins, salas de ensaio e área técnica. O saguão de entrada conta com um lounge e café/restaurante, e há alojamento para músicos de 1.408m². É também a casa do maior e mais importante evento de música clássica da América Latina, o Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão. 

Entre as ações feitas pela ACAM Portinari no espaço está a oficialização de uma Política de Uso do Auditório, normatizando a cessão do espaço, a criação de um Roteiro Cultural em parceria com outras instituições locais, a realização de parcerias com organizações turísticas locais, contato com associações de moradores para aproximação dos equipamentos da comunidade, de instituições filantrópicas para utilização em ações sociais, entre outras.

Os 127.725 visitantes que passaram pelo espaço no ano passado puderam acompanhar uma intensa programação com atividades que abordam artes plásticas, música e natureza. Entres as ações permanentes estão: o Roteiro Cultural – estabelecido em parceria com o Museu Casa da Xilogravura – , o Ligue os Pontos: Meu Museu, Minhas Conexões!, Visita Educativa, Família no Museu, O Palco é Seu – com parceria do Hotel Toriba, Encontros com Arte, Domingo Musical e Ensaio Aberto. Periodicamente acontece os Cursos para Professores, Rodas de Escutas com a Comunidade e Diálogos Impertinente. As instituições são parceiras do Projeto Social Eliane Humberg para dança e cedem o espaço para os ensaios e aulas desse importante projeto social.

O Museu participa ainda da Semana de Museus, Primavera dos Museus, Semana da Consciência Negra, Virada Inclusiva e Sonhar o Mundo; oferece a agenda Férias no Museu em janeiro e julho; promove espetáculos de teatro, música popular e clássica durante todo o ano; estende atividades para a comunidade vizinha, o bairro Santa Cruz.

Museu Índia Vanuíre

Fundado em 1966, o Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuíre, em Tupã (SP), reúne uma das mais importantes coleções etnográficas do país. Com cerca de 38 mil peças, que representam diferentes comunidades indígenas brasileiras, dos Kayapó aos Yanomámi – incluindo os Kaingang e Krenak, povos que ainda hoje habitam a região oeste do Estado, no acervo estão instrumentos de caça, trabalho e uso doméstico e de outras atividades cotidianas das terras indígenas, além de arte plumária, cerâmica e objetos usados em rituais religiosos.

De projeto arquitetônico moderno, em concreto armado, o prédio foi construído em 1980 e, após passar por reformas, reabriu em 2010 com sua exposição permanente revitalizada e mudanças internas e externas no edifício. Além da área de exposições e da reserva técnica, o museu passou a contar com um auditório com capacidade para até 60 pessoas.

A nova exposição do museu contempla conceitos como a  interculturalidade, a diversidade e a diferença. O primeiro módulo da mostra apresenta a história da cidade em um diálogo com o contemporâneo, o histórico e a constituição do município. O segundo e terceiro módulos retratam a terra indígena Vanuíre e as etnias Kaingang e Krenak, com sua cultura e resistência. O museu ainda reúne informações e objetos de outras 47 etnias indígenas do Brasil. Além de espaço dedicado à arte plumária e exposição de tecidos e cestarias indígenas, com textos explicativos com recursos multimídia. Em 2017 a instituição recebeu 25.322 visitantes.

No Índia Vanuíre, a parceria com as terras indígenas é uma prioridade, são realizadas ações nas comunidades e elas participam ativamente das programações do Museu; o Centro de Referência Kaingang e dos Povos Indígenas do Oeste Paulista promove a documentação e a pesquisa do assunto; o Encontro Paulista Questões Indígenas e Museus discute a museologia etnográfica e fomenta o desenvolvimento dos museu indígenas locais; aquisição de acervo Kaingang para coleção da instituição produzido pelos indígenas; convênio com a USP para realização de ações de intercâmbio; realização de exposições autonarrativas feitas pelos próprios indígenas resgatando e compartilhando os saberes.

A programação mensal é recheada de ações que valorizam a cultura indígena e a formação de Tupã representada pelas principais comunidades imigrantes. Entre as atividades estão a Família no Museu, Saberes e Fazeres Indígenas, Cultura e Questões Indígenas em Foco. Com públicos especiais são desenvolvidos o Aguçando as Memórias,  Museu e Cidadania e  O Olhar é o Sentir Pelas Mãos.

O Museu participa ainda da Semana de Museus, Primavera dos Museus, Semana da Consciência Negra, Virada Inclusiva e Sonhar o Mundo. Oferece a agenda Férias no Museu em janeiro e julho, ações de Dia da Criança, programação em comemoração ao Aniversário da Cidade em outubro. A Semana do Índio em abril é uma referência para toda região e em agosto é celebrada a Semana Tupã em Comemoração ao Dia Internacional dos Povos.

SISEM-SP

Além de administrar os três museus estaduais, a ACAM Portinari também apoia as ações do SISEM-SP (Sistema Estadual de Museus), que reúne cerca de 415 instituições, públicas e privadas, de 190 municípios. A parceria prevê a realização de exposições itinerantes, de estudos detalhados sobre os museus e as cidades onde estão localizados e, ainda, programas de formação, capacitação e aperfeiçoamento técnico de profissionais, o Curso de Ensino a Distância e o Encontro Paulista de Museus. Outra ação é o desenvolvimento de convênios entre os museus do Estado e instituições nacionais e internacionais, com o objetivo de aprimorar e valorizar as próprias instituições e seus acervos.

O Encontro Paulista de Museus é o maior evento do setor no Estado de São Paulo e  reúne anualmente mais de mil participantes. A programação conta com apresentações dos principais nomes nacionais e internacionais da área e mostra experiências de diversos museus do Brasil e do mundo.

Atualmente, participa efetivamente da formação do Cadastro Estadual de Museus (CEM), que é um instrumento de política pública elaborado pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo. A atuação se dá por meio do Grupo Técnico de Coordenação do Sistema Estadual de Museus (GTC SISEM-SP). O material visa estabelecer padrões normativos para o setor museológico e sistematizar as informações sobre os museus em território paulista, identificando suas condições estruturais e atuando de forma dialógica para sua qualificação. É importante salientar que os três museus geridos pela ACAM Portinari já fazem parte do cadastro e receberam durante o 10º EPM um certificado de adesão.I


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